16 outubro 2016

LARANJEIRAS DO SUL-PR: FORÇAS OCULTAS OU TRAIDORES ASSOMBRARAM A CAMPANHA DO 27?

Laranjeiras do Sul-PR
Domingo 16 de outubro 2016 - 22:14hs
www.orobocabraba.blogspot.com
Chico Preto

Pensando bem, é fácil detectar, ou simplesmente saber por que de tanta diferença na eleição municipal de outubro em Laranjeiras do Sul.

Primeiro:
Perdemos para um candidato que não trabalha. Tem salário, aliás recebe salário acima de R$ 13.000,00 reais mensais, mas não trabalha, portanto teve todo o tempo a seu favor;

Segundo: A pressão avassaladora do governo do estado sobre os professores, via Núcleo de Regional Educação - NRE;

Terceiro: Apoio incondicional de deputados traíras, como Nereu Moura, Traiano, Ratinho Junior, por exemplo;

Quarto: Apoio incondicional da administração Sirlene Svartz, com corte nas gratificações dos funcionários 2 dias antes da eleição, intimidação de secretários e Comissionados que eventualmente apoiassem o candidato do 27, não se importando com a grande maioria que apoiou o Malazarte;

E, por quinto e último quesito, vou avaliar todo o conjunto da obra. As campanhas precisam ser melhor avaliadas por técnicos e/ou experts em eleições e processos eleitorais, não somente em relação aos adversários, mas principal e primordialmente sobre o próprio candidato e sua equipe de campanha. Este talvez tenha sido o pior quesito da trajetória do 27, no decorrer da campanha eleitoral, desde a definição dos candidatos. Seguido da arrecadação de recursos, coordenação, negociações partidárias pré convencionais com possíveis aliados, agenda do candidato, seleção de acompanhantes, motoristas, orientadores, gravações dos programas eleitorais, estruturas técnica de palanque e apresentação de comícios. Transparência do candidato em relação a suas propostas e firmeza no enfrentamento ao adversário, respondendo-o a altura sempre que atacado. Assuntos e temas abordados no palanque pelo cerimonial (apresentador), totalmente fora da realidade de cada evento. Enquanto 40 candidatos a vereador buscavam espaço para dar seu recado e abordar os temas mais relevantes e contundentes numa campanha eleitoral, com total e absoluto conhecimento do adversário, eram barrados, não lhes era permitido falar, por conta da má orientação e do revés fantasioso da chamada campanha do bem. Campanha do bem o caralho. A campanha tem que ser profissional, para ser do bem tem que ser vencedora, o resto é balela. Sem contar, que a feiticeira mascarada, cortou gratificações do funcionalismo 2 dias antes da eleição, comprometendo ainda mais a base de Nilton Gava, pois estudos apontavam uma tendência muito forte do funcionalismo, pró Gava.
Mas, enfim, diz o ditado: vivendo e aprendendo.
Por Milton Oro