24 julho 2017

LARANJEIRAS DO SUL, PARANÁ, BRASIL: O CUSTO MORAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.

O custo moral das administrações públicas atualmente, beira o desvario.  

É notória a prática da traquinagem ética na administração pública, quando apaniguados do poder começam a mostrar suas asas, dando rasantes sobre cargos do poder público. 

A trambicagem moral, é tão notória e sem escrúpulos, que governadores, presidente, senadores, deputados e principalmente prefeitos, fomentam o giro alado da rapinagem do erário, ao nomearem para cargos públicos relevantes, desocupados e incompetentes sem as devidas qualificações, conhecimento e saber que o cargo requer, ao invés de podar as asas dos desgraçados que assumem tais postos para afrontar e destruir sonhos de uma população desesperada, para não dizer, em pânico.

Prova disso, são as rumorosas nomeações de apaniguados do poder, no município de Laranjeiras do Sul, na secretaria de esportes e lazer, na secretaria de agricultura e abastecimento, nomeações para as Chefias de Gabinete e Chefia da Guarda Municipal, que a bem da verdade, de guarda municipal não tem nada. 

O que se tem, são vigias cadastrados no serviço público para dar cumprimento a mera formalização em atos de vigilância contra eventuais ataques de vândalos destruidores do patrimônio público.

Além da nomeação esdrúxula, mais comentada na cidade nos últimos dias, dando conta que o prefeito em tese, "teria" arranjado uma boquinha junto ao governador Beto Richa, em troca de apoio político ao filho Marcelo Richa, para a eleição de 2018 à Assembleia Legislativa, para a nomeação de cônjuge de apaniguado político, no no serviço estadual. 

Lamentável meus preclaros, mas é o mais puro retrato da realidade. Aqui na nossa querida Laranjeiras do Sul, as coisas começam a tomar esse contorno, já nos primeiros 6 meses da administração do prefeito Berto Silva, vulgo Mala-Zarte.

Com a palavra o prefeito municipal.

Vamos aguardar as manifestações da administração e do prefeito Mala-Zarte, para voltarmos ao tema na sequência.

Por Milton Oro

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