07 março 2018

LULA, ACABOU SEU CORRUPTO - O FIM DE UM MITO CHAMADO LULA

Apenas uma palavra resume a apresentação dos procuradores da Lava Jato: DEMOLIDORA!
Lula não só acabou politicamente. Acabou como gente, se é que já foi isto algum dia. Este sujeito não será olhado nos olhos nem pelos  cúmplices mais próximos. 

Em verdade, este mafioso sequer será olhado nos olhos pelos próprios netos no futuro. Quando crescerem terão vergonha dos pais, sim, mas sobretudo verdadeiro asco do avô criminoso.

Há 15 anos eu sofro com a existência deste imundo. Há quinze anos eu nutro ira pelo Brasil por conta deste sujeito. Há quinze anos eu coleciono desafetos, desfaço amizades, me privo de bom humor e de momentos de lazer ao lado de amigos e família. 

Saber que esta merda existia era o meu maior rancor na vida. Mas não há mal (ou mau, sei lá!) que para sempre dure. Hoje acabou! Acabou irremediavelmente. Acabou para sempre.

Esqueçam 7 de setembro de 1822. Hoje, 14 de setembro de 2016, quase duzentos anos após, o Brasil vive uma nova independência. 

O Brasil, hoje, diz basta! Não à corrupção ou ao compadrio nefasto dos agentes políticos. 
Isto jamais, infelizmente, cessará. Mas diz BASTA ao maior corrupto da nossa história, à maior quadrilha política jamais vista numa democracia ocidental e, como esquecer?, aos milhares de militantes imbecis — pagos ou não — que infestam a internet defendendo estes crápulas sanguinários.

Esta gente não rouba apenas. Esta gente mata seres humanos. Mata pelo dinheiro que lhes subtrai um atendimento hospitalar adequado ou uma mínima condição básica de vida. Ou mata ainda como, suspeita-se, fez com Celso Daniel, prefeito de Santo André. 

Esta gente pertence a um tipo de criminoso ainda pior que um ladrão comum ou um assassino confesso. Pertence àqueles que matam pelas costas e depois, cinicamente, condolescem-se com as vítimas. São como crocodilos chorando enquanto esmagam suas presas indefesas.

Eu não estou feliz, acreditem! Estou com raiva, com muita raiva. Mas junto a um sentimento tão grande de alívio, uma sensação tão grande de justiça, que chego a esboçar, sim, algum sorriso. 

Mas não é aquela gargalhada prazerosa de regozijo e bem-estar. É um sorriso meio cínico, meio nervoso, sem muita graça. O tal sorriso amarelo, sabem?

Por mim ficaria horas seguidas, aqui, escrevendo este texto. Estou me sentindo um vulcão em erupção e com muita lava ainda para expelir. Mas vou dar-lhes um tempo. Até quando não conseguir segurar mais. 

Por hora, me desculpem os possíveis erros de gramática e de digitação. Não estou tomando muito cuidado, nem com muito saco para revisar. 

Me desculpem também o excesso de ira e rancor, mas vocês sabem como ninguém o tanto que temos disto guardado dentro de nós. Eu sei que não estou sozinho. 
Eu sei que tenho a vocês e sei que vocês também sabem que têm a mim. Juntos formamos um exército maravilhoso. 

Uma espécie de família, de corrente do bem.
Muito, mas muito, muito obrigado mesmo por estarem tão pertinhos de mim, assim, nesta hora. Verdadeiramente, “de certa forma”, eu amo vocês. Cada um de vocês!
Até breve.

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